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Relógios - Jaeger-LeCoultre


Fascínio da técnica: Marc Newson não esconde o seu deslumbramento pelo Atmos, um relógio eterno. Cerca de 60 milhões de Atmos não consumiriam mais do que a energia necessária a uma lâmpada eléctrica de 15 watts!
Estilo esterno
Numa série limitada a 888 exemplares, a Jaeger-LeCoultre apresenta um relógio de mesa que já foi considerado pela crítica o mais belo Atmos de sempre. O 561 estilizado por Marc Newson surge com linhas surpreendentes e contemporâneas.

Por cerca de 15 mil euros, a mesa lá de casa pode ser o suporte para uma magnífica peça de relojoaria com a assinatura de um dos mais prestigiados e influentes designers da actualidade, Marc Newson, e a alta qualidade e tecnologia reconhecidas à suíça Jaeger-LeCoultre. Falamos do Atmos 561 by Marc Newson, relógio de mesa proposto pela secular manufactura, que acarinhou desde logo a proposta do australiano quando este sugeriu uma colaboração estilística com a Jaeger-LeCoultre para reinventar o mítico modelo e, ao mesmo tempo, apresentar algo diferente dos exemplares do Atmos criados desde 1928. Durante 80 anos, este relógio tem sido apresentado de várias formas e tem sido uma fonte de inspiração para versões extremamente sofisticadas, com caixas concebidas por conceituados designers ou artesãos. Verdadeiro objecto de culto, o Atmos conquistou o estatuto de presente de excelência por ser oferecido – a título pessoal ou em nome de grandes companhias – como símbolo da mais alta consideração. Prova disso é que personalidades como John Fitzgerald Kennedy, Sir Winston Churchill, Charles de Gaulle, Ronald Reagan, Charlie Chaplin ou o Papa João Paulo II o receberam por parte da Confederação Helvética.

Uma declinação de sucesso
Nesta reinterpretação de Newson, o Atmos 561 afugenta a vulgaridade, primando por linhas suaves e pela ausência de arestas, com a notória intenção de alcançar um modelo ergonómico e elegante. As horas e os minutos vêem-se através de um mostrador transparente, enquanto as duas funções suplementares se revelam em discos rotativos: o disco do centro apresenta o mês e o disco às 6 horas a fase lunar. A concepção da caixa, em cristal Baccarat, obrigou a Jaeger-LeCoultre a redesenhar algumas das 284 peças do mecanismo. Este atesta a excelência da manufactura suíça que, no Atmos, exibe a solução relojoeira mais próxima possível da eternidade: um mecanismo que vive do ar e do tempo que passa. A sua intemporalidade deve-se a uma cápsula hermeticamente fechada, que contém uma mistura gasosa dilatável em função da temperatura, pelo que esta máquina do tempo vai buscar energia às variações térmicas. Além do sigilo à volta desta mistura gasosa, o segredo do Atmos encontra-se no fio que suspende o balanço, o qual é composto de uma liga indiferente às mudanças da temperatura, inventada pelo Nobel da Física Charles Eduard Guillaume. Só para se ter uma ideia, são precisos seis anos para se encontrar um metal com qualidade suficiente para fabricar esse fio, cujo processo de envelhecimento está resguardado de “olhares indiscretos” no cofre de um banco.

PERFIL TÉCNICO
Marca: Jaeger-LeCoultre
Modelo: Atmos 561 Marc Newson série limitada a 888 exemplares
Movimento: mecânico, quase perpétuo. Calibre Jaeger-LeCoultre 561, 284 peças, balanço anular, período de oscilação de 60 segundos (duas alternâncias/minuto)
Funções: Horas, minutos, meses, fases da Lua
Caixa: em forma de bolha de cristal de Baccarat, estética assinada pelo designer australiano Marc Newson
Medidas: 16,3 x 25 x 27,6 cm
Preço: 14.900 euros

INFORMAÇÕES
TORRES DISTRIBUIÇÃO
Avenida Almirante Reis, 39 | 1169-039 Lisboa
Tel. 218 110 890 | www.torresdistrib.com | geral@torresdistrib.com

 
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