Junho
2007




Edição
actual




Capas outros
números

 


Empresa - Urbanos
Em constante mudança
A Urbanos oferece uma vasta gama de soluções de logística e mudanças, à medida das necessidades do cliente. Este ano espera um crescimento na ordem dos 15%, alicerçado no lançamento de novos serviços e numa forte aposta no outsourcing logístico e na reestruturação da logística familiar.
A oferta de prestadores de serviços em mudanças é expressiva. Papéis afixados aqui e ali e anúncios publicitam-nos a baixo custo mas, na hora de mudar, o melhor é ter como critério a qualidade, em detrimento do preço. Quem decide em função de custos arrisca-se a ter surpresas menos agradáveis. Por isso, se a ideia é mesmo a de mudar para melhor, nada como optar por empresas cujo serviço merece o reconhecimento de entidades internacionais que certificam a sua qualidade. É esse o caso da Urbanos, que se assume mais como um conceito do que como uma empresa. “We make it possible”, garante o slogan.
Na Urbanos não há impossíveis e, a sustentar a garantia da empresa, está uma estrutura arquitectada de forma a proporcionar um mix de serviços integrados, capazes de ir ao encontro da satisfação das necessidades dos clientes, através de so-luções à medida de cada um. A ideia partiu de Alfredo Casimiro, presidente da Urbanos, que, nos anos 80, diagnosticou “uma grande lacuna no mercado português em relação a empresas de transportes e de logística com uma componente de serviços”. Na altura, era quadro de uma multinacional como customer engineer e as viagens que realizou pelos Estados Unidos da América, França, Suíça, Holanda e Alemanha permitiram-lhe perceber que este tipo de serviço tinha um grande potencial em Portugal, se a sua prestação fosse efectuada sob uma exigente directriz de qualidade. “Criei a empresa em 1991, com o objectivo de transportar e prestar serviços à indústria tecnológica, ou seja, empresas de informática e de telecomunicações”, lembra Alfredo Casimiro. Mas não se ficou por aí.

Preencher lacunas
A antevisão das necessidades do mercado, conjugada com o seguimento das melhores práticas de empresas europeias congéneres, permitiu que a Urbanos crescesse a um ritmo assinalável, sem prejuízo da qualidade, o que lhe permitiu vir a fazer parte da Fédération International des Déménageurs Internationaux (FIDI) – uma rede de 500 empresas do ramo em mais de 100 países, que assegura uma qualidade de serviço idêntica. Depois de esgotada a possibilidade de expansão numa dada esfera de actividade, logo se partia para outra que indiciasse um potencial de crescimento apetecível. E tem sido assim desde o início da Transportes Urbanos, nome que a empresa assumiu originalmente. Passados 16 anos – agora com o nome de Urbanos –, reúne “um grupo de empresas de serviços, que desenvolve a sua actividade em diferentes áreas, mas sempre focalizado para a componente de valor” que se deve proporcionar ao cliente. “Não estamos no mercado numa perspectiva de procurar produtos commodity. Procuramos, sim, um segmento onde, mais do que carros e motoristas, faça sentido a componente de serviço”, sublinha o presidente da Urbanos. “Viemos revolucionar completamente o mercado, que está agora muito mais maduro.
A concorrência sentiu-se ameaçada e foi obrigada a mudar a imagem e os processos”, adianta. Em 1998, “a Urbanos tinha quatro elevadores externos, e no resto do país existiam apenas mais dois”. Passada quase uma década, existem “cerca de 60, seis dos quais pertencem à Urbanos”, o que é bem elucidativo das mutações que o mercado tem sofrido.



 
NOTÍCIAS

 


RELÓGIOS
Roman Jerome

Mergulho no tempo
Reportagem    
America's Cup
Surpresa nas
meias-finais
 
Devaneios