
Automóvel - Novidades
Toyota Corolla Sedan
tradição em 4 portas
O modelo com a denominação mais forte da Toyota, o Corolla,
não foi integralmente substituído pelo novo Auris. A versão Sedan de
quatro portas dá continuidade ao modelo mais fabricado no mundo.
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O gigante japonês, que hoje é líder mundial
na produção de automóveis, com fábricas espalhadas por todo o mundo, sobretudo no Japão, Europa e EUA, tem vindo a modernizar a sua gama em matéria de design, apesar de ter sido a aposta nas linhas clássicas e na robustez que lhe granjeou a reputação
de que goza e o invejável volume de vendas que exibe. Depois de o pequeno citadino Yaris ter surgido com formas mais ousadas, é altura de o Corolla seguir
a mesma direcção e, para reforçar ainda mais a mudança, a Toyota, inclusivamente, substituiu a denominação das versões de três e cinco portas por Auris. Para a mítica denominação Corolla, que conta com 40 anos de história, resta apenas a versão de quatro portas e três volumes, ou seja, a mais tradicional,
mas também a que menos representa em termos
de vendas entre nós.
A décima geração do Corolla assume-se como uma berlina de linhas bastante clássicas, nada tendo em comum
com as formas mais arredondadas e modernas do Auris, apesar de partilharem a nova plataforma da Toyota para este segmento.
Renault Clio Rip Curl TCE 100 cv
Miniconsumo e maxipotência
A versão Rip Curl do Clio vale,
acima de tudo, pelo novo motor
da marca francesa. Trata-se do 1.2
a gasolina sobrealimentado, com 100 cv e capaz de grandes acelerações e pequenos consumos. Promete ser um sucesso.
Conceber um veículo que
seja simultaneamente veloz e económico é uma tarefa que parece impossível, mas o recurso às novas tecnologias tem vindo a provar que afinal pode ser viável. Vem isto a propósito do novo motor
1.2 da Renault, a gasolina
e alimentado por um turbocompressor de pequenas dimensões (0,8 bar), que lhe permite ter a potência de um motor 1.4, o binário de um 1.6 e o consumo de pequeno 1.2.
O novo motor francês anuncia 100 cv, apesar de dispor de mais cinco cavalos durante
60 segundos, devido à função overboost, valor reforçado pelo agradável binário de 145 Nm logo às 3000 rpm, o que explica a facilidade em atingir 184 km/h e um consumo médio de apenas 5,9 l/100 km, emitindo 139 g de CO2.
Daqui advêm óbvias vantagens
para o ambiente e acima
de tudo para o cliente, pela redução de impostos ao nível das emissões poluentes.
Juntamente com o novo
motor 1.2 de 100 cv, a Renault apresentou o seu compromisso ECO2, um misto de ecologia
e economia, com a marca gaulesa a anunciar que se
em 2006 produziu 294 mil automóveis a emitir menos
de 120 g de CO2 e 785 mil com menos de 140 g, tem como objectivo para 2009 elevar esses valores de produção
para 333 mil e 1 milhão, respectivamente.
Michelin -
Pressão dá segurança
O maior construtor do mundo de pneus afirma que 40% dos
condutores usam pressões incorrectas nos seus automóveis,
e isso implica maior desgaste, maior consumo e menor segurança.
A campanha para verificar gratuitamente a pressão dos pneus, recentemente lançada pela Michelin, vem colocar o dedo na ferida, relembrando que
o único contacto dos veículos com o solo é desleixado por 40% dos condutores. Apesar
de existirem países em que estes prestam ainda menos atenção à pressão dos pneus do que os portugueses, a Michelin desafiou, nos últimos tempos, os condutores nacionais a visitarem
os seus postos de venda, para aí verificarem gratuitamente o bom estado dos pneus.
Todas as informações podem ser encontradas
no site www.pressaocorrecta.com, mas a marca francesa relembra que basta 20% a menos de pressão (cerca de 0,4 bar), para que o pneu tenha menos 20% de vida útil.
Ford Mondeo -
Revisto e ampliado
A Ford aposta forte no novo Mondeo. O topo de gama da marca
surge maior por dentro e por fora, com motores mais adaptados
ao nosso mercado e preços mais competitivos.
A Ford, um dos maiores construtores do mundo,
que financeiramente atravessa um período menos bom,
vai iniciar a 15 de Junho
a comercialização do novo Mondeo, a mais refinada berlina familiar da marca. Comparado com a antiga geração, o novo Mondeo cresceu e fê-lo generosamente. Considerando a versão de quatro portas,
o comprimento aumentou
11 cm, enquanto a largura
e a altura surgem 7 cm mais elevadas, o que torna este modelo no maior da classe. Obviamente, isto pode fazer maravilhas para quem pretenda um automóvel muito grande por um valor acessível, mas corre o risco de afastar
os clientes que pretendam um veículo que lide na perfeição com o complicado trânsito citadino, situação que dificilmente se adapta a um modelo com 4,84 metros de comprimento, ao nível do
Audi A6 e Mercedes Classe E, que obviamente pertencem ao segmento superior.